
Simplesmente, o facto do carrito ter ficado prontinho para a sucata veio revelar que o automóvel tinha sido emprestado pela marca (a quem, porquê, como, em que regime jurídico ?), coisa que, ao que parece , é prática comum e se insere na estratégia comercial das empresas.
A minha dúvida é a seguinte : Será que um ministro que aceita este empréstimo para o usufruto de um bem de 80.000 € não percebe que se está a colocar numa posição desconfortável em termos de transparência de processos ? Por mim, preferia que os ministros andassem com automóveis pagos com os nossos impostos. Se não se importam, é mais seguro e decerto, a médio prazo, fica muito mais barato...
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