02 janeiro 2008

O Nunes foi apanhado a fumar


O Presidente da ASAE entrou o ano com o pé esquerdo. Depois da meia-noite e já com a fundamentalista lei anti-tabaco em vigor, (que proíbe o tabaco em todos os locais públicos fechados ), o Nunes puxa da cigarrilha em pleno Salão do Casino e mostra que quem paga 500 euros para passar o ano pode fumar aquilo que quiser. Chamado à atenção pelos jornalistas, o Nunes diz que a lei não se aplica a Casinos. Perante isto, escolha você mesmo :
a) O Nunes não sabe ler.
b) O Nunes estava embriagado quando produziu estas afirmações.
c) O Nunes acha mesmo que somos todos estúpidos.
Em qualquer dos casos, a continuar assim, ao Nunes não auguro nada de bom para 2008...

5 comentários:

bijagós disse...

Bom ano, al kantara! Para já, começa bem. Olha a tua sorte, apanhar o Nunes a prevaricar nos primeiríssimos segundos de 2008!...

sôdona.leide disse...

d) todas as opções anteriores... e mais algumas!

voto nesta!

expressodalinha disse...

Estou confiante e esperançado que os "nunes" ainda me vão proporcionar um grande negócio. As leis secas sempre fizeram fortunas. Na minha cave, em breve, um restaurante emporcalhado, onde todos podem fumar. Entrada só com senha.

astracan disse...

Cuidado!... não vão eles "entreter-nos" com estas "notícias" enquanto que a fumar, ou sem fazê-lo, vão aprovando leis que não são notícia e de que só venhamos a dar por elas quando o "fumo" se dissipar.
Aliás, neste momemto, as "frentes" são tantas que não há humano que dê conta de todas elas... a começar pela doença na saúde, passando pelo desnorte na educação, o saque das finanças, a corrupção nas autarquias(e não só), a PIDE económica ou ASAE, o regabofe na assembleia, o lobby dos futebóis etc., etc., etc..
A clandestinidade afigura-se-me, no momento presente, como a opcção imperativa para o cidadão sacaneado.

Visigordo disse...

Caro Astracan, esta lei afigura-se é como mais uma formatação que querem fazer de si. Pior, de si e de mim.
Não veja esta lei como um fait-divers porque não o é.
Livre arbítrio, já ouviu falar?